sobre o autor

Tames Santos nasceu em 86 no município de Santos. Formou-se em Ciências Sociais em 2011. No ano de 2012, em parceria com duas artistas, fundou e participou do Projeto Antrópicos, cujo objetivo era consolidar estudos e práticas de intervenções urbanas e performances teatrais na cidade de Araraquara. Ao longo de quatro anos foram realizadas quatro montagens performáticas, todas elas interseccionadas com alguns conceitos das artes visuais e plásticas, como site specific e instalações. Com participações em algumas mostras e festivais, como a Semana Luiz Antônio Martinez Corrêa (Araraquara – SP), Satyrianas (São Paulo – SP) e Festival Santista de Teatro, onde assinou a concepção, direção e adaptação de textos de tais montagens. Desde 2017, realiza trabalhos e pesquisas individuais, de forma independente, que se desdobram nas mais diversas linguagens das artes visuais e plásticas, onde podem ser reconhecidos alguns temas recorrentes. Um deles é a investigação sobre as relações paternalistas e cordiais no Brasil, e de como seus enunciados míticos e/ou reais acabam por afetar as dimensões do público e do privado. Nesse sentido duas obras podem ser destacadas: “O que eu faço com a minha boca quando estou sozinho é problema dos outros” e “O que eu faço com a minha bunda é problema seu”, a primeira com participação no Salão de Arte da Praia Grande, e ambas Prêmio aquisição do 46º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto (Santo André – SP). Desde 2019 tem desenvolvido trabalhos sobre as relações de poder que permeiam historicamente a ocupação do território da baixada santista. Em 2019, participou do Valongo Festival Internacional da Imagem, com a  Instalação [terra-protótipo]. Tames também atua como professor da rede pública de ensino. 
 

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terra de quem?